A exploração sustentada da Mata Atlântica precisa levar em consideração uma imensa parcela de brasileiros que ainda vive diretamente da coleta de riquezas florestais.

Grande parte dessa população atua de forma clandestina, invadindo as propriedades que não podem arcar com os custos de vigilância para dilapidar riquezas. Esses recursos naturais são normalmente comercializados a baixo custo nos grandes centros industriais.

Os exemplos mais comuns de dilapidação são a exploração ilegal de palmito, as atividades carvoeiras ilegais e a comercialização de animais silvestres.

A flora nativa também é alvo de atividades criminais.

Também ocorrem muitas práticas inadequadas de manejo no uso do solo e dos recursos hídricos, contribuindo para degradação ambiental e redução dos recursos naturais.

Os cursos periódicos de Educação Ambiental, promovidos pelas Reservas do Brasil e parceiros, atacam diretamente o problema.

As aulas fortalecem a conscientização das pessoas frente à necessidade de recuperar e arcar com os custos de preservação da Mata Atlântica

Os cursos ensinam as pessoas a entenderem a Mata Atlântica de forma global, ressaltando como cada uma das ações locais, de produção sustentada de riquezas florestais, interage com a floresta e com o ecossistema do país.

Os ensinamentos ainda abordam a cultura, a história e os sistemas sociais ligados à Mata Atlântica, relacionando esses elementos com o cotidiano das pessoas.





A exploração ilegal do palmito é um dos principais
exemplos de dilapidação